“Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos. Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.”
— Clarisse Corêia.
"Não. Eu nunca precisei de um espaço. Se eu te falar isso é porque eu preciso mesmo é de você longe de mim. E acho que quem ama, não precisa de um espaço. Aliás, se tem uma coisa que eu aprendi nesse pouco tempo de vida, é que, uma pessoa que realmente ama, não quer espaço, quer sufoco, nada mais que isso. Se uma pessoa me pede espaço, eu deixo um espaço eterno dentro dela, se é que eu ocupo algum."
"— Te amo, meu lindo!
— Hã?
— Te amo!
— Não entendi… Repete, por favor.
— T-e a-m-o! — Exclamou ela com todo seu glamour. — Mas porque essa dificuldade toda para ouvir?
— Sabe, se eu pudesse, me faria de surdo pro resto da vida, não sabe o quanto me faz bem ouvir isso.
— Bobo.
— Seu bobo."